cirurgia por laparoscopia

Quando há indicação de cirurgia, pode-se optar pela laparotomia (corte de cesárea tradicional) ou pela cirurgia minimamente invasiva, como a laparoscopia (pequenas incisões no abdomen de até 1,5 cm) e a histeroscopia (introdução de uma câmera dentro do útero via vaginal, indicada para miomas submucosos).
Os fatores que definem a escolha da via de cirurgia são a experiência do cirurgião, a infraestrutura do hospital, os materiais cirúrgicos, o número, o tamanho e a localização dos miomas.
As vantagens da cirurgia endoscópica é o menor tempo de internação, menor dor no pós operatório, menor sangramento e volta mais rápida à rotina.
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A técnica cirúrgica consiste na anestesia geral (intubação) ou combinada (raqui + geral) e a introdução de pinças por pequenas incisões no abdomen. Fazemos uma incisão dentro do umbigo que geralmente não fica visível e outras 2 ou 3 de 7 a 15mm na região do baixo ventre.
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Infelizmente, a laparoscopia possui algumas limitações, por exemplo quando a paciente possui muitos miomas, não conseguimos, muitas vezes, retirar todos. Neste caso, a indicação é a cirurgia de corte convencional.
A cirurgia de laparoscopia para miomectomia já está inserida no roll dos procedimentos da ANS sob o código TUSS 31303250, assim como a de laparoscopia para retirada de útero (TUSS 31303234) e devem ser autorizadas por todos os planos de saúde.
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Hoje, a grande maioria das cirurgias ginecológicas é feita por video laparoscopia, histeroscopia ou robótica.
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